domingo, 8 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Organizações de Direitos Humanos fazem ato pela punição de assassinos de Andreu
Organizações de direitos humanos fazem ato pela punição dos assassinos de Andreu
Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)
Denunciar e cobrar a punição dos assassinos de um jovem morador do Morro do Cantagalo, Andreu Luis da Silva de Carvalho, de 17 anos, por seis agentes do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas).
Esse foi o objetivo da manifestação realizada nesta quinta, 22, em frente à Segunda Vara da Infância e da Juventude, nas imediações do Armazém 11, no cais do porto do Rio de Janeiro.
O crime foi praticado nas dependências do Centro de Triagem, instituição destinada a “ressocializar jovens infratores”.
Dados do Instituto de Segurança Pública apontam que, em 2007, foram mortas em ações policiais 1335 pessoas no Estado e, em 2008, mais de 900.
Em 1º de janeiro de 2008, Andreu foi barbaramente torturado. Levou cadeiradas, mesadas, pontapés, apanhou com cabo de vassoura, teve o rosto coberto por saco plástico e morreu, em conseqüência da sessão de torturas.
Andreu estava detido desde a véspera, acusado de participar de um furto a um coronel norte-americano, na orla da Praia de Ipanema.
De acordo com sua mãe, Deize Silva de Carvalho, Andreu já havia praticado pequenos delitos que resultaram, inclusive, em outras internações, mas teria confidenciado à mãe que não participou do roubo ao turista norte-americano.
O ato de protesto foi promovido por várias organizações de defesa dos direitos humanos, com apoio do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RJ): Cebraspo, Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos (IDDH), Rede contra a Violência, Projeto Legal, Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).
Não é papel do Estado torturar e matar. Ao contrário, o Estatuto da Criança e do Adolescente garante às crianças e jovens brasileiros o direito de serem protegidos física e psicologicamente pelo Estado assim como prevê a punição para aqueles que descumprirem esses preceitos.
Mas, desde que esse crime ocorreu, há mais de um ano, os torturadores e assassinos continuam livres. Cinco deles continuam trabalhando com adolescentes no Degase.
Para as entidades que organizaram o ato, os desdobramentos desse caso evidenciam que, no governo Sérgio Cabral, está em curso uma política de extermínio e criminalização da pobreza.
Eles responsabilizam, sobretudo, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, autor de declarações carregadas de preconceito e que encombrem o desprezo pelos pobres.
Já disse, por exemplo, que os moradores das favelas são “vagabundos” e que as favelas são “fábricas de marginais”.
Que horror!!!, o próprio estado que deveria dar garantia de vida e ser o primeiro a cumprir e fazer valer a lei, promove a banalização da violência e o desrrespeito a ao bem maior que é a vida.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)
Denunciar e cobrar a punição dos assassinos de um jovem morador do Morro do Cantagalo, Andreu Luis da Silva de Carvalho, de 17 anos, por seis agentes do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas).
Esse foi o objetivo da manifestação realizada nesta quinta, 22, em frente à Segunda Vara da Infância e da Juventude, nas imediações do Armazém 11, no cais do porto do Rio de Janeiro.
O crime foi praticado nas dependências do Centro de Triagem, instituição destinada a “ressocializar jovens infratores”.
Dados do Instituto de Segurança Pública apontam que, em 2007, foram mortas em ações policiais 1335 pessoas no Estado e, em 2008, mais de 900.
Em 1º de janeiro de 2008, Andreu foi barbaramente torturado. Levou cadeiradas, mesadas, pontapés, apanhou com cabo de vassoura, teve o rosto coberto por saco plástico e morreu, em conseqüência da sessão de torturas.
Andreu estava detido desde a véspera, acusado de participar de um furto a um coronel norte-americano, na orla da Praia de Ipanema.
De acordo com sua mãe, Deize Silva de Carvalho, Andreu já havia praticado pequenos delitos que resultaram, inclusive, em outras internações, mas teria confidenciado à mãe que não participou do roubo ao turista norte-americano.
O ato de protesto foi promovido por várias organizações de defesa dos direitos humanos, com apoio do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RJ): Cebraspo, Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos (IDDH), Rede contra a Violência, Projeto Legal, Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).
Não é papel do Estado torturar e matar. Ao contrário, o Estatuto da Criança e do Adolescente garante às crianças e jovens brasileiros o direito de serem protegidos física e psicologicamente pelo Estado assim como prevê a punição para aqueles que descumprirem esses preceitos.
Mas, desde que esse crime ocorreu, há mais de um ano, os torturadores e assassinos continuam livres. Cinco deles continuam trabalhando com adolescentes no Degase.
Para as entidades que organizaram o ato, os desdobramentos desse caso evidenciam que, no governo Sérgio Cabral, está em curso uma política de extermínio e criminalização da pobreza.
Eles responsabilizam, sobretudo, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, autor de declarações carregadas de preconceito e que encombrem o desprezo pelos pobres.
Já disse, por exemplo, que os moradores das favelas são “vagabundos” e que as favelas são “fábricas de marginais”.
Que horror!!!, o próprio estado que deveria dar garantia de vida e ser o primeiro a cumprir e fazer valer a lei, promove a banalização da violência e o desrrespeito a ao bem maior que é a vida.
A TRILOGIA DA ORAÇÃO
A TRILOGIA DA ORAÇÃO
O Senhor Jesus usa três verbos para explicar o que é uma atitude de oração, quando diz: “todo o que pede recebe; todo o que busca encontra; e, a quem bate, abrir - se - lhe - á” ( Mt.7.8) Estes três verbos mostram a realidade do que é a oração para nós.
Daí a necessidade de se pensar em cada palavra desta individualmente.
Em primeiro lugar, a oração se consiste em uma petição.
Nós pedimos a Deus, em oração, pois Ele é o nosso Pai.
O Seu cuidado direcionado a nós é algo perfeito. Pedimos ao nosso Deus, por que temos certeza, que Ele nos responde sempre perfeitamente.
Esta petição enfatiza a ação livre e soberana de Deus.
Em segundo lugar, a oração se consiste em uma busca. Nós buscamos a Deus em oração, porque temos certeza que iremos encontra - Lo. Não podemos de forma alguma duvidar disto. Esta busca sempre terá um resultado eficaz.
Em terceiro lugar, a oração se consiste em um bater. Nós batemos mediante a oração porque sabemos que Deus pode abrir qualquer porta por Seu poder.
Lembrando daquela conhecida frase: “Quando nós trabalhamos, nós trabalhamos; quando nós oramos, Deus trabalha”.Esta trilogia nos mostra como é importante orar.
Também nos mostra, que a oração não consiste em palavras vazias jogadas ao vento. Deus ouve as nossas orações por Sua imensa graça.
Precisamos descansar nesta certeza. Calvino afirma isto dizendo: “A oração é o antídoto para todas as nossas aflições”.
Fonte do blog:Teologia Corajosa
O Senhor Jesus usa três verbos para explicar o que é uma atitude de oração, quando diz: “todo o que pede recebe; todo o que busca encontra; e, a quem bate, abrir - se - lhe - á” ( Mt.7.8) Estes três verbos mostram a realidade do que é a oração para nós.
Daí a necessidade de se pensar em cada palavra desta individualmente.
Em primeiro lugar, a oração se consiste em uma petição.
Nós pedimos a Deus, em oração, pois Ele é o nosso Pai.
O Seu cuidado direcionado a nós é algo perfeito. Pedimos ao nosso Deus, por que temos certeza, que Ele nos responde sempre perfeitamente.
Esta petição enfatiza a ação livre e soberana de Deus.
Em segundo lugar, a oração se consiste em uma busca. Nós buscamos a Deus em oração, porque temos certeza que iremos encontra - Lo. Não podemos de forma alguma duvidar disto. Esta busca sempre terá um resultado eficaz.
Em terceiro lugar, a oração se consiste em um bater. Nós batemos mediante a oração porque sabemos que Deus pode abrir qualquer porta por Seu poder.
Lembrando daquela conhecida frase: “Quando nós trabalhamos, nós trabalhamos; quando nós oramos, Deus trabalha”.Esta trilogia nos mostra como é importante orar.
Também nos mostra, que a oração não consiste em palavras vazias jogadas ao vento. Deus ouve as nossas orações por Sua imensa graça.
Precisamos descansar nesta certeza. Calvino afirma isto dizendo: “A oração é o antídoto para todas as nossas aflições”.
Fonte do blog:Teologia Corajosa
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
CARTA DE UM PALESTINO
Transcrevo aqui na íntegra, uma carta de um palestino chamado
Achmed Assef hoje residente no Brasil, que pode falar com propriedade sobre o que ocorre entre palestinos e israelenses. Esta carta me foi enviada pela Guiomar Barba:
Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente.
Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vitimas dos dois lados.
Nasci na Palestina, um pais que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo pais acolhedor.
Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas a força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos.
Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza.
Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me da aperto no coração e vontade de chorar, porem, ninguém que esta no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e noticias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam lideres palestinos.
Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado.
E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes Líderes preferiram incitar o povo a violência de lutar contra os judeus do local a fazer lobby por um Estado palestino viável.
Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino.
O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premie israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino a violência e a brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras, mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina.
Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos lideres.
As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado.
Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento.
Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros países ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.
O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na historia, transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas.
Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos?
Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino?
Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servira de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas.
Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem.
Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legitimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o trafico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje.
Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não agüenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil:
Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos. Muita gente la, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro.
Israel inclusive nos oferece ajuda militar sabiam? Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança.
Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento medico nos hospitais israelenses!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo.
Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais o que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em gaza ou Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência la sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres maníacos do nosso lado.
Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo?
Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada.
A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus
Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não há grupos terroristas como o Hamas ou o Hezballah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem.
O povo palestino foi expulso de diversos países chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia. O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por la, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver.
Por que países fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para líderes palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e intolerância?
Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos lideres que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz.
Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.
O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria quer a paz, quer o convívio pacifico com Israel e com os judeus. Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino.
Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja.
Grato,
Achmed Assef
Achmed Assef hoje residente no Brasil, que pode falar com propriedade sobre o que ocorre entre palestinos e israelenses. Esta carta me foi enviada pela Guiomar Barba:
Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente.
Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vitimas dos dois lados.
Nasci na Palestina, um pais que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo pais acolhedor.
Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas a força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos.
Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza.
Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me da aperto no coração e vontade de chorar, porem, ninguém que esta no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e noticias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam lideres palestinos.
Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado.
E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes Líderes preferiram incitar o povo a violência de lutar contra os judeus do local a fazer lobby por um Estado palestino viável.
Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino.
O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premie israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino a violência e a brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras, mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina.
Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos lideres.
As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado.
Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento.
Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros países ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.
O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na historia, transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas.
Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos?
Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino?
Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servira de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas.
Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem.
Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legitimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o trafico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje.
Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não agüenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil:
Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos. Muita gente la, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro.
Israel inclusive nos oferece ajuda militar sabiam? Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança.
Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento medico nos hospitais israelenses!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo.
Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais o que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em gaza ou Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência la sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres maníacos do nosso lado.
Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo?
Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada.
A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus
Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não há grupos terroristas como o Hamas ou o Hezballah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem.
O povo palestino foi expulso de diversos países chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia. O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por la, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver.
Por que países fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para líderes palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e intolerância?
Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos lideres que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz.
Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.
O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria quer a paz, quer o convívio pacifico com Israel e com os judeus. Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino.
Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja.
Grato,
Achmed Assef
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável!"
As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual
1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).
3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.
9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos.
11- usar fio dental e não mastigar chicletes.Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- rir.Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos..
13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.
14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.
15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado.
17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.
18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.
19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:
-comer chocolate.
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.
- pensar positivamente.
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente.
- ser sociável.
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo.
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:'
"Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável!"
Eu diria que ainda faltam inúmeros outros conselhos como mas vou me ater a somente dois:
-Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.
-Ser voluntário (a)
1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).
3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.
9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos.
11- usar fio dental e não mastigar chicletes.Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- rir.Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos..
13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.
14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.
15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado.
17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.
18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.
19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:
-comer chocolate.
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.
- pensar positivamente.
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente.
- ser sociável.
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo.
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:'
"Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável!"
Eu diria que ainda faltam inúmeros outros conselhos como mas vou me ater a somente dois:
-Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.
-Ser voluntário (a)
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Que guerra é essa? Arabes contra Judeus?
Que Guerra é Essa? Árabes Contra Judeus?
Dom Robinson Cavalcanti
Quem Contra Quem?
Desde a década de 1940 o mundo tem acompanhado, periodicamente, a eclosão de conflitos no Oriente Médio tendo como epicentro Israel/Palestina. Quais as origens e a natureza dessa guerra?
Primeiramente, não se trata de um conflito entre o Islamismo e o Judaísmo. Ambas as religiões são divididas em correntes (“denominações”). O Judaísmo entre Ortodoxos, Conservadores e Reformistas; os Islâmicos entre Sunitas, Xiitas, Ismaelitas, Wahabitas. Em ambos os lados suas correntes são subdivididas em subcorrentes. Há islâmicos que aceitam a existência do Estado de Israel e há judeus (grande parcela dos Ortodoxos) que são contrários a existência desse Estado, que se pretende um “messias corporativo” e não um “messias pessoal” como acreditam. A grande maioria dos Islâmicos e dos Judeus vive em outros continentes e regiões, distantes do local do conflito, e a ele indiferentes ou contrários.
Em segundo lugar, não se trata de um conflito entre Árabes e Judeus. A ampla maioria dos islâmicos não é árabe: Indonésia, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão, Irã, África Sub-Sahariana. Os árabes se constituem em uma minoria dos Islâmicos e nem todos os islâmicos árabes vivem no Oriente Médio (Marrocos, Líbia. Tunísia, Argélia). A maioria dos judeus também vive fora da região, sendo o maior núcleo nos Estados Unidos da América.
Se nem todo islâmico é árabe, nem todo árabe é islâmico. Há árabes cristãos, drusos, e judeus sefaradies que assimilaram essa cultura. Por sua vez, o termo Israelita é aplicado aos seguidores do Judaísmo, e Israelense aos cidadãos do Estado de Israel. Entre os Israelenses Israelitas mais de 80% é formado por ateus ou agnósticos, ou seja, são apenas cidadãos de um Estado e seguidores de uma cultura, mas não praticantes de uma religião. Há Israelenses islâmicos, cristãos e drusos.
O Estado de Israel
A sociedade do atual Estado de Israel é altamente estratificada: no topo estão os askhenazim, louros germânicos e eslavos, oriundos do centro e leste da Europa, onde falavam o iídiche (cujos parentes sofreram o genocídio nazista), modernos, secularizados, pouco, ou nada, praticantes da religião, e que idealizaram, fundaram e detém os cargos chaves do governo. Abaixo ficam os sepharadies, expulsos pela inquisição católica principalmente das penínsulas ibérica e itálica, onde falavam o ladino, e que viveram, por séculos em países do norte da África e do Oriente Médio, de hegemonia árabe-islâmica. São considerados “pré-modernos”, menos afeitos à democracia ocidental, e possuem uma percentagem maior de praticantes da religião. Um grupo menor e mais recente são os falashas, judeus negros etíopes, descendentes do intercâmbio entre os dois países na época do rei Salomão e da rainha de Sabá.
Os askhenazim e os sepharadies têm grão-rabinos e sinagogas em separado. Há mais reformistas entre os askhenazim e mais ortodoxos entre os sepharadies, proporcionalmente, com presença de ambos entre os conservadores (conservadores culturais, não nos dogmas).
Embora registrados como cidadãos, e portadores do passaporte de Israel, vem, a seguir, em ordem descente na pirâmide social: os drusos, os árabes cristãos (grego-ortodoxos, sírio-ortodoxos, armênios, coptas, uniatas, latinos, protestantes, etc.) e os árabes islâmicos (com suas clássicas divisões). Mais recentemente, tem surgido mais um grupo, de reduzida expressão: os judeus messiânicos, ou judeu-cristãos.
A sociedade do Estado de Israel é, pois, complexa, e comporta no seu interior uma diversidade de interesses. Sua população atual é de 5 milhões e setecentos mil habitantes, dos quais 1 milhão e 400 mil (cerca de 20%) é de cidadãos árabes que, exercendo seus direitos limitados, conseguem alguns assentos no Knesset (Parlamento).
Antes da criação do Estado de Israel, em 1948, esses diversos grupos conviviam em paz no território, por muitos séculos.
História
Quando os romanos, sob o comando do general Tito, destruíram Jerusalém no ano 70, a maioria dos judeus partiram para o exterior (diáspora), onde já existia muitas comunidades. Parte dos judeus permaneceu no seu lugar de origem, se convertendo ao Cristianismo no primeiro e no segundo séculos e ao islamismo no sétimo século, com a ocupação árabe em 636 ad. Assim, muitos dos árabes-cristãos e árabes-islâmicos de hoje, na verdade são descendentes de judeus convertidos. Por outro lado, ampla parcela dos judeus que retornaram da diáspora são descendentes de prosélitos ou de uniões mistas (germânica, eslava ou latina).
O Estado de Israel é resultado do Movimento Sionista (Sion = colina da antiga Jerusalém), idealizado por Thodor Herzl, que organizou o seu primeiro congresso em Basiléia, na Suíça, em 1897. Outro líder importante foi Chaim Waisseman. Diante do que aconteceu com a Inquisição e do persistente preconceito anti-semita, os sionistas defendiam a existência de um território judaico, que poderia ser na Argentina, na África ou na Palestina. Os idealizadores do Sionismo não eram judeus religiosos, e eram motivados por uma necessidade de sobrevivência, e não por argumentos religiosos, muito menos escatológicos. Em 1909, como bons socialistas, organizaram o primeiro kibutz (fazenda coletiva) em território palestino, com população então de ampla maioria árabe.
O território palestino esteve sob o domínio do Império Turco-Otomano de 1517 a 1917, quando foi ocupado pelos britânicos, cujo chanceler Arthur Balfour reconheceu a necessidade de estabelecimento de um “lar nacional” para os judeus na região, crescendo, lentamente, a imigração de judeus. O Sionismo ganha maior apoio – a imigração aumenta – com a repressão nazista, na segunda parte dos anos 1930 e primeira parte dos anos 1940. Na época cidades como Belém e Nazaré tinham cerca de 90% de suas populações formadas por cristãos nativos.
Durante a ocupação britânica (1920-1948) foi criada a organização para-militar judaica Haganá, cujo braço militar era o Irgun, que defendia a luta armada para expulsar os ingleses, realizando vários atos terroristas, sendo o mais conhecido a explosão do Hotel Rei Davi, em Jerusalém, matando 91 civis, a maioria cidadãos britânicos, mas também árabes e alguns judeus. O falecido ex-missionário batista (UESA/ABUB) no Brasil, Dionísio Pape, foi sargento-paraquedista durante seis meses na Palestina, escapou por pouco de uma bomba terrorista judaica, e presenciou um caminhão da sua unidade ir pelos ares cheio de soldados. Vários desses terroristas se tornaram importantes figuras do Estado de Israel, como o ex-primeiro ministro Menachen Begin.
O não cumprimento por parte dos britânicos de criar um grande Estado árabe nos territórios sob seu mandato, e o fluxo sionista gerou o início das tensões na região. Sem consulta aos árabes-palestinos, a ONU optou pela criação de dois Estados: Israel e Palestina. Os Estados árabes não concordaram, travaram uma guerra contra Israel e perderam (1948-1949). 700 mil palestinos fugiram para Gaza, para a Cisjordânia ou para outros países. Israel confiscou as propriedades dos que fugiram; muitas deles pertencentes às suas famílias por gerações, e as usou para promover o assentamento de novas levas de judeus que faziam a “aliá”: retorno. Gaza ficou incorporada pelo Egito e a Cisjordânia e Jerusalém Oriental pela Jordânia.
Durante toda a sua existência o Estado de Israel recebeu generosas doações da afluente comunidade judaica norte-americana, e foi um aliado automático dos EUA durante o período da “Guerra Fria”.
Com a “Guerra dos Seis Dias” (1967) Israel tomou o controle de Gaza e da Cisjordânia e incorporou Jerusalém Oriental. A população árabe, então, se tornou muito numerosa, somando-se os antigos cidadãos árabe-israelenses e as populações de Gaza e Cisjordânia, sem cidadania, movidas de ressentimento pelas propriedades perdidas, fortemente controladas por Israel, isoladas em uma série de enclaves, com um padrão de vida bem inferior. Daí em diante os surtos de violência são periódicos, com ações e reações, escalada mútua de radicalismo, e muitas mortes inocentes.
Atualidade
Em 1993 foi criada a Autoridade Nacional Palestina, com autonomia relativa sobre Gaza e a Cisjordânia (com capital provisória na cidade de Ramallah), mas não como um Estado independente, mantida sobre eles a soberania do Estado de Israel. Na verdade uma constelação de municípios descontínuos, com um Presidente, uma bandeira, um time de futebol, e um Parlamento com escassos poderes, sendo o partido secular Fatah (que antes cometera atos terroristas) a força política dominante. Em 2005, Israel se retirou de Gaza, fechando suas colônias. Colônias judaicas continuam a existir na zona rural da Cisjordânia, entre cidades palestinas muradas, cujas entradas e saídas são controladas pelo exército de Israel. Verdadeiros “condomínios fechados”, de fora para dentro... e involuntariamente. Chocante ironia, para mim, no ano passado, foi estar em Jericó com nova muralha... construída pelo Estado de Israel.
Enquanto isso, as guerras, e a falta de oportunidades, têm levado ao êxodo dos cristãos da Palestina e do Oriente Médio para o Ocidente, reduzindo drasticamente a sua presença na região de onde são originários, e onde mantiveram a sua fé por dois mil anos.
Se durante a “Guerra Fria” contra a União Soviética, os EUA e aliados armaram Sadam Hussein contra os aiatollahs do Irã, e os mujahedim (como a Al-Qaeda) contra o regime comunista do Afeganistão, grupos religiosos como o Hamas foram estimulados por Israel, visando enfraquecer as forças seculares então majoritárias.
Somando-se os habitantes de Gaza e da Cisjordânia com os cidadãos não-judeus do Estado de Israel, se está diante de uma bomba-relógio biológica. A imigração e a taxa de natalidade dos judeus em Israel vêm perdendo percentagem para as famílias mais numerosas dos cidadãos não-judeus, que poderá ultrapassá-los em poucas décadas.
A paz mundial depende de uma maioria de países caracterizados como Estados Democráticos de Direito, laicos e plurais, com direitos e deveres iguais para todos os cidadãos. Se hoje dois Estados um Judeu e um Palestino – ambos independentes e com um tratado de paz – é a solução mais desejável e menos mal, o grande erro da ocupação britânica e da ONU foi a partição e não a construção de um Estado Laico unificado.
Se os mais religiosos dentre os judeus – os Ortodoxos – se mantém contrários à existência do Estado de Israel, e esse nasceu de um ideal secular, humanista e socialista, outra ironia é que foi entre setores do protestantismo norte-americano: dispensacionalistas, pré-milenistas e pré-tribulacionistas, que se foi construir uma teoria de legitimação para aquele Estado. Seria uma “vitória” dos derrotados no Concílio de Jerusalém (Atos 15)? Um retorno dos judaizantes em uma igreja fragmentada e em crise de autocompreensão e identidade, rompida com sua própria história?
O que afirmamos nós, a maioria dos protestantes que não concorda com esse “cristianismo sionista”, que vai se tornando cada vez mais judaizante, chegando alguns a advogar que há hoje dois caminhos para a salvação: a Graça mediante a Fé em Cristo para todo o mundo, e a Lei para os judeus? Para nós, que não aceitamos nem o gueto de Varsóvia, nem o gueto de Gaza?
Novo Povo de Deus
Deus – na economia da salvação – chamou Abraão, deu a seus descendentes um espaço geográfico, onde deveriam ser o Povo da Aliança: monoteísta, portador da Lei e dos estatutos, modelo de ética individual e social, com um sacerdócio estabelecido ao redor de um Templo, com uma revelação que também se fazia pelos profetas, e cujo objetivo último seria a chegada do Messias na plenitude dos tempos;
O Povo de Israel teve sua trajetória marcada pela instabilidade e pela desobediência do bezerro de ouro e das murmurações no deserto, ao culto idolátrico, politeísta e imoral a deuses estrangeiros, com uma sucessão de maus dirigentes. Os profetas procuraram exortar, corrigir e advertir. Deus, como corretivo, permitiu Israel ser invadido por outros povos e sofrer dois exílios. Por dois séculos antes do Messias, houve silêncio na revelação. O reino do norte (Israel) já havia desaparecido, e o que restara do reino do sul (Judá), era uma província periférica e enfraquecida do Império Romano, dirigida, política e religiosamente, por usurpadores.
A Primeira Aliança chega ao fim com o nascimento, a obra e a ressurreição do (rejeitado) Messias, e quando o véu do templo se rasga. Com a destruição do Templo, no ano 70 ad., cessam os sacrifícios, porque o Cordeiro já fora imolado; cessam os profetas. Uma obra estava acabada, a descendência de Abraão e Davi seria uma bênção para as nações na pessoa de Cristo. A partir daí fica apenas o Judaísmo, como uma religião monoteísta presa à narrativa do passado. Só há um caminho de salvação: Cristo, e os judeus, para serem salvos, deverão se enxertados na árvore da Nova Aliança
Com o Pentecostes se inicia a Nova e Eterna Aliança, o último e definitivo pacto: a Igreja, o novo e atual Israel, Povo de Deus de todos os povos e para todos os povos. A Nova Aliança herda e completa a Antiga. Escreve o apóstolo Pedro: “Mas vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz” (I Pe 2:9). Essa tem sido – por dois mil anos – a visão dos Pais Apostólicos, dos Pais da Igreja e dos Reformadores.
Integramos o Antigo Testamento (+ o Novo Testamento) no Cânon das Escrituras cristãs. A despeito de nos sentirmos afetivamente vinculados às terras dos episódios bíblicos e por onde o nosso Senhor andou, não podemos – nem devemos – identificar o atual Estado de Israel com o Israel antigo da Bíblia. O nosso compromisso no Oriente Médio – e em todo o mundo – é com nossos irmãos e irmãs da Igreja, e não com os judeus, os islâmicos, ou qualquer outro. Em respeito às Sagradas Escrituras e ao consenso dos fiéis de vinte séculos, não nos cabe elaborar teorias para apoiar agendas geopolíticas do presente.
A paz é fruto da justiça!
Pela paz em Jerusalém, e para todos os povos!
Paripueira (AL), 18 de janeiro de 2009.
Segundo Domingo da Epifania
Festa da Confissão do Apóstolo Pedro
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Evite tirar a sua venda antes do amanhecer!!!!
Rito de passagem dos Cherokees
Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado..
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Se você gostou desta história, repasse-a. E evite tirar a sua venda antes do amanhecer... Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
As vezes sinto não só a presença de Deus o tempo todo ao meu lado, mas sinto que le me carrega no colo, e me diz: Filha voce é minha, eu te amo tanto. eu te escolhi eu te chamei, filha......
Acho que porque aprendi a não tirar a venda.
Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado..
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Se você gostou desta história, repasse-a. E evite tirar a sua venda antes do amanhecer... Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.
As vezes sinto não só a presença de Deus o tempo todo ao meu lado, mas sinto que le me carrega no colo, e me diz: Filha voce é minha, eu te amo tanto. eu te escolhi eu te chamei, filha......
Acho que porque aprendi a não tirar a venda.
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